vi no Meus pensamentos
E se a igreja fosse uma Matrix? E se você for escravo desse "sistema de controle"?
E se o Evangelho que te ensinaram foi convenientemente distorcido?
6 de dez. de 2008
Os pregadores e as praças
Sempre que não posso ir em casa para almoçar, fico aqui pelo centro da cidade. O local onde gosto de comer fica a uns cinco quarteirões e a caminho de lá existe uma praça.
Praças são locais muito interessantes... são o berço do sonho para um casal que se apaixona e caminha de mãos dadas, foi também o berço de revoluções e de ideais, o local das greves e das manifestações.
Praça também é desilusão... é onde aquele mesmo casal passa, olha a árvore e se pergunta porque não deu certo. Também é o local onde o pai de família passa seu tempo, absolutamente envergonhado de voltar para casa sem o trabalho e menos ainda, o sustento para casa. É onde os velhos se achegam e contam histórias de um tempo muito distantes, onde tudo era melhor, até as pessoas eram melhores naquele tempo. Na verdade, contam histórias para preencher o vazio que lota suas casas.
Nessa praça há todo tipo de vendedor. Aqueles que realmente estão trabalhando, outros que estão ali até algo melhor aparecer, há os tocadores de flauta, todos com rostos andinos e cabelos escorridos com versões musicais de hinos, salmos, sertanejos, mozart´s e por aí vai. Há sempre os hippies com seus badulaques feitos na calada da noite, há os vendedores de picolés, piquis, goiabas e jabuticabas. Vendem de tudo. Alguns vendem mais do que gostariam de vender. Alguns vendem-se.
Lá no canto da praça, perto de árvores frondosas há um pregador. Você consegue ver seus gestos de longe e debaixo do braço o famoso livro preto. Sua voz aparece na multidão e sua veia quase se arrebenta no pescoço.
Ao lado dele está a sua esposa ou sua seguidora, alguma irmã que nitidamente pertence a mesma igreja. Há nela todo tipo de julgamento nos olhos e suas palavras são ríspidas e carregadas de ódio. Passam por ela algumas meninas em suas mini roupas, como é de uso hoje em dia, e são exemplificadas como obra do diabo. O deficiente mental que caminha abandonado e alheio é possesso do diabo. E quem olha com olhares de desprezo são logo lembrados que irão para o inferno.
Ali estão eles... no mesmo lugar onde Jesus um dia esteve. Enquanto o povo se maravilhava com Ele, aqui o povo os odeia. Enquanto Jesus jogava as pedras no chão, estes as levantam em nome Dele. Enquanto Jesus acolhia, estes ignoram ou julgam. Aliás, nem parecem que falam do mesmo judeu... Pois um eu conheço, este outro de quem falam me parece uma divindade frouxa, ciumenta, vingativa e com muito tempo livre.
Os pregadores são mais um artigo na praça, são um fenômeno cultural, não são mais uma mensagem que consola.
Eles são vendedores de outra categoria... vendem liberdade, vendem absolvição, vendem paz e estão a procura de alguém que compre sua loucura. Afinal, a solidão de se olhar o mundo tão bonito e acontecendo com tanta naturalidade deve ser a tortura destes que acham que ser de Jesus é ser igual eles. São aqueles que fizeram de Jesus seu amuleto, seu reino particular e agora ficam a porta, escolhendo quem entra.
Lembram-me outros... aqueles que ficavam a porta, não entravam e não deixavam os outros entrarem.
P.S.: Aqui o César consegue descrever, creio, o cenário que pode ser visto em qualquer pracinha de qualquer cidade. É fato. Aqui em Anápolis ocorre um fenômeno também curioso. Toda segunda-feira no terminal rodoviário, é dia dos "crentes" "pregarem" a Palavra. No corre-corre, entra de ônibus, sai de ônibus, comércio tumultuado, lá estão eles com seus microfones e caixas de som, gritando - leia-se berrando - versículos soltos da Bíblia. Esperniando numa gíria que pouca gente compreende. Uma indumentária estranha para o local e o calor. E nada style - rs. Se não pregam uma mensagem de Determinismo e resolução de problemas, pregam uma mensagem dura, condenatória e julgadora. E, a cena me lembra aqueles cachorros presos atrás do portão que ficam latindo enquanto a gente passa...
5 de dez. de 2008
Eu vi Jesus

Vi Jesus no abraço de um amigo,
Vi Jesus no olhar de um bebê,
Vi Jesus no sorriso da senhora.
Vi Jesus na correção do pai,
Vi Jesus no carinho da mãe,
Vi Jesus na alegria do filho.
Eu vi Jesus no amparo ao necessitado,
Eu vi Jesus na pessoa que levanta o caído,
Eu vi Jesus ao quem dar de comer.
Eu vi Jesus no doador de sangue,
Eu vi Jesus na família que liberou os órgãos para transplante,
Eu vi Jesus nas mãos dos médicos.
Eu vi Jesus nas pequenas benesses do dia-a-dia,
Eu vi Jesus na simplicidade do ser humano,
Eu vi Jesus em você.
Não precisamos criar um Jesus místico, não precisamos fazer de Jesus um ser intocável, ele está em cada um de nós. Não estou falando algo sobrenatural, o principal ensinamento de Jesus em suma não é espiritual, Jesus nos conclama a nos amarmos, a nos ajudarmos, a fazermos de nossas vidas um bem para a humanidade. Para isso nem precisamos crer em Jesus, mas no entanto ouvir o que Ele diz, pois, fazer o bem é um dever de todos.
EU VI JESUS, SIM EU VI.
fonte: Lion of Zion
4 de dez. de 2008
U2 lança clipe para o Natal
O U2 lançou o clipe da música “I Believe in Father Christmas”, cover do cantor Greg Lake (do Emerson, Lake & Palmer).
O vídeo é a primeira contribuição da banda para RED(WIRE), serviço beneficente de venda de arquivos digitais. Toda a verba arrecadada com a venda de músicas e vídeos será revertida na compra de medicamentos para pacientes com Aids na África. Artistas como Coldplay, R.E.M. e Bob Dylan também doaram faixas exclusivas para o serviço.
O que é a RED
fonte: Solomon1
Louvando (1)
Estava assistindo esse vídeo e comecei a cantar junto, quando dei por mim estava louvando a Deus! Louvar é mais simples do que essa geração extravagante tem propagado. Louvar a Deus não é restrito somente a crentes. A Bíblia nos mostra reis pagãos e ímpios que louvaram a Deus e até o adoraram, mesmo que isso não tenha significado a conversão deles.
O louvor é fruto de admiração e espanto diante das maravilhas de Deus. E qualquer um pode chegar a reconhecer essa grandeza do Pai e louvá-lo. Quando o Sol brilha radiante e você suspira e elogia a bela manhã que entra, brota em você um sentimento de louvor. Quando você percebe a graça que há na harmonia do cantarolar dos passarinhos, dentro de você nasce um sentimento de louvor.
Louvar é expressar o quanto achamos bela toda a obra de Deus. E não somente isso, também é entender que mesmo quando as coisas não parecem estar nos eixos, Deus está olhando por nós. E essa confiança na hora da tribulação também provoca o mesmo sentimento de louvor.
E louvar não remete somente a música. Você pode louvar cantando, sim. Pode louvar tocando algum instrumento também. Mas, pode encontrar na criatividade que há em você um modo novo de expressar seu louvor. A arte é uma das formas mais sublimes de louvar. Você pode louvar em um poema, em um texto, em uma pintura... pode louvar de forma cênica. Somos seres dotados de criatividade...
Louvor não é propriedade do Gospel. Louvor é propriedade da alma.
Louve ao Senhor todo ser que respira!
P.S.: Você respira o nome de Deus.
