8 de nov. de 2008

Ar puro...

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fonte: ASBO

7 de nov. de 2008

Entrevista com Caio Fábio (2)

Caio Fábio fala sobre Casos de Violência (Eloá) e Drogas:



No dia 18 de Outubro Caio Fábio concedeu uma entrevista exclusiva ao portal Na Frequência onde falou sobre assuntos atuais... Vou postando aos poucos por aqui, pra quem quiser conferir...

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4 de nov. de 2008

Eu, um afetado


Ando refletindo na relevância da internet e das novas formas de comunidades que emergem alavancadas por essa ascenção tecnológica da web.

E o âmbito que mais me atrai é o do reflexo da igreja nesse ambiente virtual. O reflexo de mim mesmo. Esse blog, venho refletindo há uns dias, é a mostra da minha insignificância no mundo real. Me desliguei de sistemas religiosos para fugir do cabresto, da ignorância, da hipocrisia e da demência. Mas, acho que eu era apenas mais um demente no meio de outros dementes. Um demente que ficou de saco cheio, é claro. Mas, ainda sim um otário que se achava piedoso e separado pra Deus.

Não quero incorrer na injustiça comigo mesmo de não reconhecer o quanto este espaço me ajuda. Arrisco dizer que mais ajuda a mim do que os outros! E vou mais longe... talvez o tenha criado apenas para mim mesmo! O que me deixa um tanto triste, visto que, critico o egocentrismo evangélico e a religiosidade que gira em torno do próprio umbigo.

Algumas mudanças são inquestionáveis. Me considero, sim, mais livre do que antes! Não libertino! Sei que hoje consigo me relacionar com a diversidade de pessoas das quais antes não conseguia nem ficar perto por causa da presunção e do ufanismo concentrado em uma mentalidade "evangélica" avalizada por uma subcultura à par do mundo real. Subcultura essa que pra mim tenho como um tipo de matrix. Da qual pulei fora, tomei a pílula vermelha. Conheci -e continuo conhecendo- a Verdade, por isso agora sou livre.

Bom, pelo menos penso que sou! O fato é que começo a experimentar um tédio espiritual. Começo a perceber minha tamanha irrelevância como membro da Igreja. Talvez, creio que seja a lacuna vazia antes ocupada pelo ativismo igrejeiro. Exercia tanto meus "talentos" que toda aquela ocupação me trazia a sensação de estar fazendo a "obra de Deus". E isso consequentemente permitia-me não refletir e não questionar nada! Até certo ponto, é claro... caso contrário, estaria eu até hoje fazendo a "obra de Deus" travestida de colaboração para o bom funcionamento da organização eclesiástica da qual estava impetrado.

Antes, quando vivia num frenesi religioso, cheio de ocupações, responsabilidades e ministérios, não conseguia parar pra pensar no meu rebuscado cristianismo. Não havia vazio para incomodar. O sistema visa não permitir que haja vãos em nossos pensamentos, em nossas reflexões, justamente para evitar que despertemos para uma fragilidade aguda da nossa espiritualidade inconforme ao Evangelho de Jesus Cristo.

Contudo, hoje, livre dessas diretivas de pensamento da subcultura gospel, experimento um ócio espiritual que me incomoda. Pensava eu não estar mais em transição desse mundo engenhosamente construído para me "doutrinar" para a realidade simples da Graça. Mas, analisando bem minha situação, posso crer que talvez ainda esteja em movimento.

Agora, experimento uma sensação nada confortável de irrelevância e neutralidade que me faz chegar a uma triste conclusão: sou um pedante.

Sim, um grande e amaneirado ostentador de uma espiritualidade não resolvida. Talvez para os mais críticos inconiventes com este blog, essa seja a melhor oportunidade de descarregar suas avaliações. É meu texto mais vulnerável! Estou abrindo a minha ferida a todos. Expondo meu calcanhar de Aquiles.

Até o momento minha revolução pessoal não trouxe os resultados que tanto almejo e apregoo neste contudente espaço virtual. Embora conheça exemplos maravilhosos de pessoas que conseguem viver o Evangelho simples e autêntico de Cristo, não posso dizer que eu tenha experimentado a beleza desse estilo de vida. Por isso, acabo de cair em mim e concluo que sou um cristão parlapatão. Como bem expressa o Jota, "todo cristão ou é um missionário, ou é um impostor". Não foi à toa que quando li isso fiquei bastante incomodado. Parecia querer vestir a carapuça. E talvez a tenha que vestir de fato...

Não estou dizendo a vocês que o que veem aqui é um reflexo de um fake cristão. Não, muito pelo contrário. Para os que me conhecem e conhecem este blog, sabem que este espaço é o reflexo mais fidedigno do Thiago Mendanha de carne e osso. Talvez aqui seja onde projete minhas recentes mudanças, aprendizados, descobertas e quimeras inerentes ao meu imitar a Cristo. Coisas estas que se fossem transcritas em just in time, mostrariam ao leitor um gráfico repleto de vales e picos que demonstrariam de fato um cristão tentando se acertar no que crê. Por isso pra evitar esse desgaste, aqui registram-se meus momentos mais decisivos e concluintes.

Por isso então, deixo claro mais uma recente descoberta que reflete com propriedade a expressão Um cristão incabado... que uso no header deste blog. Não tenho experiências que me somam algo que estampe aprendizado originado na positividade da vivência das Boas Novas. Se alguma vivência há que me trouxe alguma lição, infelizmente foram coisas que me trouxeram algum tipo de aversão. Do restante nada possuo! A verdade é que até o momento, não passo de um desesperado cristão livresco...

E se Caim corrompesse Abel?

Divulgação

CRIME E CASTIGO
O plano perfeito dos irmãos Hank e Andy os leva a um passeio pelo inferno

Se alguém perguntasse a Sidney Lumet qual filho de Adão e Eva é seu preferido, ele provavelmente escolheria Caim. Aos 83 anos, Lumet parece tão obcecado pela face sombria da moral humana como quando dirigiu Serpico (1973) e Um Dia de Cão (1975) – duas grandes interpretações do ator Al Pacino, que se dissolveu na carne de um policial bom incapaz de aceitar a crueldade e na de um assaltante que troca de papel com a polícia, respectivamente. Ambos os filmes não se resolvem como fábulas morais otimistas: a sensação é que a justiça jamais será total. Para o diretor, o mal vence o bem. Mas, para que essa visão ganhe o espectador, é necessário que o protagonista desenvolva a maldade com sutileza e precisão. Um esgar de raiva fora de lugar destruiria a empatia.

Pois Lumet acaba de encontrar mais um ator à altura de sua lenda: Philip Seymour Hoffman (Oscar de melhor ator por Capote), astro de Antes que o diabo saiba que você está morto. Os irmãos Andy (Hoffman) e Hank (Ethan Hawke), derrotados pela vida, bolam um golpe à prova de falhas: assaltar a joalheria dos próprios pais num sábado modorrento. O seguro daria conta do prejuízo e os dois poderiam recomeçar a vida em outro lugar (no caso de Andy, o Rio de Janeiro, onde esteve recentemente com a mulher, Gina; a talentosa atriz Marisa Tomei). O roteiro, um primor do suspense, avança até um clímax, e então volta no tempo para dar a visão de outro personagem. Assim vai dissecando a alma dos irmãos e inaugura perspectivas que engrandecem o drama. Falar mais seria estragar a experiência. Mas vale ressaltar o esforço de Seymour Hoffman para segurar as rédeas de seu personagem, enquanto este degenera num oceano de culpa e remorso. Quando ele se solta, o espetáculo é grandioso. E Lumet está ali, a 30 centímetros, filmando tudo. O filme parece uma alegoria inspirada na passagem bíblica: e se, em vez de matar Abel, Caim o tivesse corrompido? Que mal poderia surgir se o irmão justo caísse em tentação? A resposta de Lumet é desoladora. Ainda pior: verossímil.

De primeira não curti muito o filme... mas depois refletindo

Marcelo Zorzanelli (Época)

fonte: Fadário

P.S.: Também assisti ao filme. Foi porque vi uma indicação na blogosfera. Aliás, nem sei quem indicou, mas, acatei a dica... Em primeira instância fiquei meio puto com o filme. Mas, é aquele tipo de filme que você fica matutando depois pra tentar achar algum sentido ou alguma lição reflexiva.

Assista ao teaser trailer de "Anjos e Demônios"



Pouco tempo após a divulgação das primeiras imagens do longa “ Anjos e Demônios”, best-seller do escritor Dan Brown, a Columbia Pictures acaba de liberar o teaser trailer. No vídeo temos um panorama da cidade do Vaticano, com destaque a estátua que estampou o primeiro pôster. Além de algumas imagens dos atores. Confira aqui.

Dirigido por Ron Howard (“O Código DaVinci”) e estrelado por Tom Hanks (“O Terminal”), o longa é situado cronologicamente após “O Código DaVinci”, embora na literatura seus acontecimentos antecedam a obra. Com uma iminente ameaça de uma bomba capaz de destruir a capital católica, o professor de simbologia Robert Langdon (Hanks), junto da cientista Vittoria Vetra (Ayelet Zurer, de “Ponto de Vista”) são convocados pelo carmelengo Carlo Ventresca (Ewan McGregor, de “Moulin Rouge”) para resolverem o mistério que envolve a até então a extinta ordem os Illuminati.

Com roteiro de Akiva Goldsman, também responsável pelo “O Código DaVinci”, “Anjos e Demônios” tem data de estréia prevista para 15 de maio nos cinemas brasileiros.

Fonte: Cinema com Rapadura [via Antena Cristã]

Não acredito em revolução



Revolucionar o cristianismo. Fazer uma nova Reforma. Construir uma nova Igreja, digna do nome, que se distancie dos modelos falidos atuais. Estas são algumas das aspirações de alguns cristãos de hoje. Pretensiosas aspirações, ressalte-se. Estes cristãos definem-se de várias formas, com vários nomes ou evitando qualquer título, mas essencialmente são parecidos: estão cansados com o que existe e querem mudanças profundas e urgentes.

As propostas são heterogêneas. Há quem queira transformar o uso dos salões de culto. Há quem queira abolir os salões de culto. Há quem queira repensar os poderes das autoridades eclesiásticas. Há quem queira abolir as autoridades eclesiásticas. Há quem queira repensar a postura diante da homossexualidade (sem trocadilho). Há quem queira remover qualquer barreira teológica para que os homossexuais vivam sua vida íntima sem repreensões.

Os participantes também são heterogêneos. Alguns são cheios de vontade genuína de restaurar a pureza do Evangelho. Outros apenas querem, nem sempre com razão, que seu comportamento atípico seja aceito. Alguns são humildes, respeitosos e sinceros. Outros são arrogantes, inconseqüentes e mascarados. Há de tudo nesta onda - tal e qual a igreja velha e comum, castelo de areia que ela pretende desfazer.

Obviamente, não se pode julgar o movimento por aqueles cheios de falsidade pragmática que têm interesses obscuros em ver os modelos vigentes falirem. Considerando então a boa parte do movimento, a que quer simplesmente ver uma Noiva melhor para o Cordeiro, revoluções e novas reformas são válidas, não?

Não necessariamente.

Há um problema sério com as revoluções: elas não funcionam. É um esforço gigantesco, perigoso e até mesmo violento que no fim não serve pra nada além de externar a revolta com um sistema vigente, destruí-lo e implantar outro que no fundo tem a mesma essência e repetirá os mesmos erros em um relativamente curto período de tempo.

É inescapável que onde estiverem dois ou três seres humanos reunidos, ali haverá um sistema falho. Não, um ser humano isolado não é um sistema perfeito - é um pecador solitário. A primeira atitude dos apóstolos enquanto liderança organizada da igreja foi um fracasso. Elegeram Matias como apóstolo através da sorte. E a segunda atitude seria considerada também um erro. Afastaram-se do contato direto do povo instituindo diáconos para a tarefa de ação social.

Ainda nos primórdios da fé cristã, uma ala da Igreja não aceitava crentes gentios, e outra ala aceitava-os desde que se tornassem praticantes da Lei. Por fim, a palavra final da igreja em Jerusalém foi a de uma liberdade com ressalvas para os crentes vindos de fora do judaísmo. A gnose já começava a mesclar sua filosofia à fé cristã, em prejuízo desta. Ou seja, em menos de meio século de existência, com muitas testemunhas oculares da ressurreição e ascensão de Jesus ainda vivas, a igreja já apresentava deterioração suficiente para clamores reformistas.

E a reforma só viria, veja-se, mil e quinhentos anos depois. Houveram cismas políticos e seitas isoladas e fortemente reprimidas, mas um movimento de reforma abrangente na fé, que deu uma guinada severa e rompeu com um forte sistema estabelecido, aconteceu mesmo apenas após o século XVI. Tão profundo que até mesmo os mais revolucionários cristãos de hoje o citam como exemplo a ser seguido. Contudo, o maior alvo das críticas dos novos revolucionários e reformadores, isto é, a igreja evangélica, é fruto direto do trabalho de Lutero, Calvino, Knox e contemporâneos.

Uma explicação necessária. Quando me refiro a igreja evangélica não estou falando de teleevangelistas picaretas, pastores que usam extorsão em seus cultos, artistas gospel mesquinhos e arrogantes, ex-bigodudos falantes e petulantes, líderes de cabelo alisado fazendo propaganda de instituições financeiras com o nome de Jesus ou coisas do gênero. Estes são só o tipo de cretinos que a atual sociedade consumista e viciada em televisão gera. Outros tipos de sociedade geram outros tipos de cretinos. Sociedades celibatárias geram cretinos pervertidos sexuais. Sociedades puritanas geram cretinos pretensamente superiores na espiritualidade. Sociedades liberais geram cretinos libertinos. Sociedades virtuais geram cretinos que mascaram a sua realidade.

É claro que uma sociedade não é invalidada em si pelos cretinos que gera. São apenas exemplos. Mas se no ano que vem os revolucionários conseguirem mudar as igrejas, ou fechá-las, e implantar um sistema completamente inédito, bastará esperar para ver um novo tipo de cretino ainda não conhecido, totalmente imprevisto, nascer nas fileiras da gloriosa igreja neo-reformada. E talvez antes mesmo da abominação cretina se manifestar na comunidade dos santos (quem lê entenda), alguém que discorde dos métodos implantados levantará com o dedo indicador rígido, apontando para os líderes do movimento (sim, pois todo movimento tem líderes) e acusando suas falhas. Não demorará para os líderes tomarem posse de vez de sua posição de liderança e declarar porque eles estão certos e a pessoa do dedo que aponta está errada.

Estará nascendo então o embrião de uma nova revolução. Os revolucionários de hoje são os líderes questionados de amanhã. Gente de quem não se espera nada hoje poderá estar derrubando em breve o sistema que ainda não foi implantado. Alguns papéis se invertem, outros são criados, e a história se repete. Infindáveis manifestações, rusgas, decapitações, batalhas nobres e não tão nobres não nos levaram muito longe.

A idéia aqui não é a de passividade diante de um sistema do qual se discorde. Maus modelos podem e devem ser questionados. Só não se deve esperar muito disso, nem achar que se está fazendo algo muito grande, ou muito diferente, ou novo.

A única coisa que consigo sugerir como alternativa é mudar o foco. O modelo nada é, nada vale. As pessoas valem mais. É simples mesmo, um parágrafo contra treze, uma frase contra um texto: pessoas ao invés do sistema. O ideal é fazer como Jesus, que não dava muito atenção para métodos, modelos e instituições para poder se dedicar às pessoas. Uma pequena revolução em cada vida será de maior valia que uma grande revolução em um modelo falido.

Teo em Um bicho de Rondônia

P.S.: Acho que o que o texto tenta mostrar é que Revoluções violentas tanto moral, social, psicológica e fisicamente tendem a incorrer nos mesmos pontos de erros das quais foram originadas. Contudo, revoluções são sempre necessárias na sociedade. E Jesus nos mostrou a melhor forma de revolucionar todas as esferas da sociedade: mudando a si mesmo. Ou melhor, permitindo que Cristo faça tal mudança. É o velho exemplo do graveto que incendeia outro graveto. Infelizmente sempre haveram as maçãs podres. Mas, não é em virtude dos cretinos que vamos ficar passivos diantes de tantas incongruências.

Entrevista com Caio Fábio (1)

Caio Fábio fala sobre Internet:



No dia 18 de Outubro Caio Fábio concedeu uma entrevista exclusiva ao portal Na Frequência onde falou sobre assuntos atuais. . Vou postando aos poucos por aqui, pra quem quiser conferir...

Homenagem à Ricardo Gondim



Ontem estive na igreja Assembléia de Deus Betesta e pude presenciar uma das pregações de Gondim.

Apesar de muito criticado por diversas lideranças religiosas, considero o pastor Ricardo Gondim um exemplo tanto de ministro da Palavra, quanto líder cristão.

Ele não se vendeu aos movimentos modernos cristãos, não mudou seu discurso com medo de perder membros e não mudou para vender melhor seus discursos.

Ele continua crítico, filósofo e firme.Gondim é mais que um pregador; ele é um pensador. E a igreja não gosta de pessoas que pensam.

A igreja prefere pessoas que sejam simplesmente manipuláveis, enganáveis.

Quando surge um pensador, um “herege”, como o chamam, os líderes manipuladores buscam um meio de atacá-lo e depreciar sua imagem.

E isso é acentuado com Gondim, que não tem medo de citar denominações evangélicas que buscam lucrar com a fé cristã.

Gondim prega - biblicamente baseado - que o cristão não será nem mais nem menos amaldiçoado se ele der o dízimo; que ser dizimista não influenciará sua vida com Deus.

Imagina o quanto essa pregação não pertubou os líderes que visam lucrar com os dízimos dos evangélicos e pregadores que cobram para pregar? -Eu tenho sido atacado, tanto na internet como na igreja, por líderes que temem pensadores por causa do que prego. E quando falo “líderes”, não são de congregaçõezinhas de bairro. Tenho sido perseguido por apóstolos e certos pregadores dos Gideões. Homens que buscam religiosidade cega para doutrinar e “encabrestar” seus seguidores. Homens que pulam, gritam e sapateiam sobre púlpitos, a título de manifestação divina, simplesmente porque não sabem ensinar. Falam o que o povo quer ouvir e recebe o dinheiro deles em troca. São um câncer para a igreja e têm levado o cristianismo no Brasil a falência. Hora de darmos a volta por cima.

A Igreja precisa de homens como Ricardo Gondim, que não tem medo de dar a cara a tapa, que pregam uma verdade doída, mas real.

Que ensina ao invés de gritar, que faz refletir ao invés de cegar, que abre horizontes ao invés de tirá-los de seus seguidores.

Me lembra Lutero sendo chamado de herege pelo corrompida igreja católica.

Hoje, a corrompida igreja evangélica o chama de herege e amanhã ele será lembrado como reformista do cristianismo no Brasil.

Fica aqui minha gratidão a Deus pela vida de Gondim.

Como homem ele é corruptível, pecador. Mas tem dado o exemplo, com sua vida, de que você não precisa ser santarrão para ser um líder exemplo; basta ter um coração contrito a Deus e amor por ensinar a pensar. E como ele mesmo diz: “Viver não é para amadores“. Liderar igrejas também não.

Texto extraido do site:Papo de teologo via blog Teologia Pura

fonte: Sobre fé + um pouco


P.S.: Cara, também admiro muito Ricardo Gondim. Dias desses tive a oportunidade de vê-lo pregar na Betesda daqui de Anápolis. Não foi nada de novo que não tenha lido em seu site, mas, foi bom poder dar um abraço neste querido "herege".