25 de jan. de 2008

Isso, é exemplo (1)

NIGÉRIA (27º) - Dez pessoas foram mortas e três igrejas foram incendiadas depois que estudantes de uma escola muçulmana, no norte da Nigéria, iniciaram uma incursão contra os cristãos pela cidade.

Segundo testemunhas, os estudantes atacaram seus colegas cristãos e atiraram pedras em dezenas de lares onde eles e suas famílias moravam.

A identidade de nove entre as dez pessoas mortas foi mantida em segredo pelas autoridades do Estado de Bauchi. Agentes de segurança removeram e enterraram os corpos, que estavam com marcas graves de linchamento.

O único identificado pertencia à Igreja de Cristo da Nigéria, em Yelwa, e foi identificado apenas pelo sobrenome.

As três igrejas incendiadas eram as pentecostais: Igreja Elim, Assembléia de Deus e Igreja Cristã de Deus Redima.

Dentre as casas apedrejadas e destruídas estava a do reverendo Umaru Sule, pastor associado à Igreja Evangélica do Oeste da África (ECWA, sigla em inglês), de Yelwa Makaranta, e a do reverendo Maina Joshua, de Kagadama.

Origem do ataque

De acordo com uma professora da escola secundária, tudo começou porque estudantes muçulmanos constataram que dois blocos de pedra que estavam nas obras de construção de uma mesquita ali na escola tinham sido removidos.

“Ouvi alguns alunos reclamando de que desconhecidos retiraram dois blocos e ameaçaram retaliar os cristãos da região por causa disso no dia 2 de dezembro”, conta a professora.

No último dia 11, enquanto ministrava uma prova, ela ouviu alunos dizendo que não iriam fazer o exame enquanto outros entravam nas salas, quebravam mesas, cadeiras e ameaçavam os cristãos com facas na garganta.

“Tive que sair para preservar minha vida”, contou ela. “Eles gritavam ‘Allahu Akbar (Deus é grande) e atacavam”. “A situação se tornou incontrolável”. Dali, os estudantes saíram da escola e expandiram o ataque pela cidade.

Ore por esses cristãos perseguidos no início de dezembro e pelas comemorações de Natal, que ocorrerão, ainda que de forma discreta. Que o Senhor. traga-lhes alívio, sustento e forças para reconstruírem suas vidas.


Fonte: Missão Portas Abertas

Arcebispo: igreja é contra distribuição de pílula

O arcebispo de Olinda e do Recife, Dom José Cardoso Sobrinho, concede neste momento entrevista coletiva para esclarecer o posicionamento da igreja sobre a decisão da prefeitura da capital pernambucana de distribuir a pílula do dia seguinte durante o carnaval. O assunto se transformou em polêmica quando grupos ligados a entidades religiosas se posicionaram contra a medida alegando que a pílula é um método abortivo.
Justificando seu posicionamento, Dom José afirma que a pílula vai contra os preceitos da igreja. “Defendemos a vida e condenamos as injustiças sociais. Fazemos tudo para salvar vidas humanas”, sustenta ele. "A igreja não está simplesmente defendendo sua opinião; estamos proclamando a lei de Deus. precisamos de leis humanas para organizar nossa sociedade, mas elas não podem superar as leis de Deus. Não se pode suprimir vida de inocentes", afirma.

Logo mais às 17h representantes da Prefeitura também concedem coletiva para responder as alegações da igreja e para comunicar se a decisão de distribuir a pílula permanece ou não.
Por conta da discordância da igreja na distribuição do medicamento,
O Fórum de Mulheres de Pernambuco e a Rede Feminista de Saúde entram hoje com uma denúncia formal no Ministério Público de Pernambuco (MPPE) contra a Arquidiocese de Olinda e Recife para que a entidade tome as medidas legais a fim de garantir o intuito da Prefeitura. O pedido é assinada por 74 representações de movimentos de direitos humanos e de mulheres de todo o país. A medida conta ainda com o apoio da Sociedade de Ginecologia e Obstetrícia de Pernambuco (Sogope), do Sindicato dos Médicos de Pernambuco (Simepe), do Conselho Regional de Medicina de Pernambuco (Cremepe) e da Rede de Residência Solidária.

O documento ressalta que “o Ministério Público é gestor jurídico do estado que tem como atribuição defender os direitos da população. Considerando a gravidade das informações dadas na mídia local pela Pastoral da Saúde, em que tem usado valores morais e de cunho religioso para repassar a população informações equivocadas quanto à ação do contraceptivo de emergência e ainda estimulando a população a não usar a contracepção de emergência inclusive em casos de violência sexual nem o preservativo (camisinha) durante o carnaval, o que infringe o direito legal das mulheres e homens, solicitamos ao Ministério Público uma ação contra a Pastoral da Saúde e a Arquidiocese de Recife e Olinda para que este movimento religioso se retrate frente à população e para que o estado (secretarias estadual e municipais de saúde) disponibilize o contraceptivo de emergência e o preservativo em todos os serviços de saúde e postos durante o carnaval".
De acordo com o pedido, as afirmações da Pastoral da Saúde ferem a Lei de Planejamento Familiar, as diretrizes e ações da Norma Técnica de atendimento às mulheres vítimas de violência do Ministério da Saúde.



Fonte: Pernambuco.com

24 de jan. de 2008

Sem braços, sem pernas, sem preocupações...

A vida nos proporciona sempre um tapa na cara com exemplos reais de o que é que importa de verdade. Nosso mundo é entorpecido pelas ambições crescentes que nunca se satisfazem. Somos pessoas que quanto mais temos mais queremos e menos nos damos por satisfeitos. Pessoas débeis, fúteis e banais! Já não sei quantos exemplos já foram divulgados por todo o mundo de heróis que não são deste mundo. Heróis que nos conclamam a sair rapidamente da mediocridade que vivemos. Temos muito mais do que realmente é necessário. Mas ainda não temos nada...

Meu nome é Nick Vujicic e eu agradeço a Deus por ser usado como testemunho para tocar milhares de corações ao redor do mundo. Eu nasci sem os membros e os doutores não tem qualquer explicação médica para isso. Como você deve imaginar eu enfrentei muitos desafios e obstáculos.

Meus pais são Cristãos, meu pai é pastor. Eles não tiveram tempo para se preparar para o meu nascimento. Todos choraram o meu nascimento, e se perguntaram o porquê de Deus ter permitido que aquilo tivesse acontecido com minha família, sendo que minha mãe me deu uma irmã e um irmão normais.

Todos achavam que eu não sobreviveria.

Quando fiz 15 passei a dedicar minha vida a Deus. Hoje tenho 23 e terminei meu curso universitário de comércio, me formando em planejamento financeiro e contabilidade.

Eu também dou palestras de motivação... Tenho muitos objetivos... Quero ser independente financeiramente até fazer 25, quero ser entrevistado pela Oprah, quero ter um carro adaptado para mim. E quero escrever muitos livros... Estou escrevendo meu primeiro livro 'sem braços, sem pernas, sem preocupações'.


Que Deus te abençoe Nick Vujicic !

'nada na vida deve ser temido, apenas compreendido'

-Vamos parar de justificar e clamar a misericórdia de Deus pelas nossas irresponsabilidades, egoísmo, comodismo, omissão, e etc...etc ... vamos?

-E aí dor de cabeça, de barriga, de lado, de junta, resfriadinho, cólicas, e etc.. e etc...

-Quem quer ser de Deus é de Deus... Quem entende o que é ser levado pelo Espírito Santo... Se deixa levar...

-A DEFICIÊNCIA NÃO ESTÁ NO EXTERIOR ESTÁ DENTRO DE NÓS.

Ah! O objetivo dessa mensagem não é para você ficar impressionado, comovido ou admirado... Dizendo para os outros... 'Nossa... Meu Deus... Que história... Daquele rapaz... ' Pois o Nick não precisa... Disso... O Nick nos ensina o que todos nós já deveríamos ter aprendido... E estarmos vivendo...

-Disse Jesus: Levanta e anda...

-Se quiser repassar esta mensagem... amém... mas caso decida mudar de atitude diante de algumas deficiências... Jesus e o Nick se alegrarão...






















P.S. Que Deus e o Nick me perdoem, mas, lembrei do "Cotoco".

Quando casar é pecado

Há 8 mil padres casados no Brasil. Eles não podem celebrar missa nem oficializar união na Igreja. E lutam para acabar com a exigência do celibato

Assim que terminou a missa de domingo, o padre Lauro Nogueira Sá Motta anunciou aos fiéis que iria se casar. Diante do alvoroço que tomou conta da paróquia, alguém deu a idéia de um plebiscito. Quem aceitasse a permanência dele como chefe da igreja local que levantasse a mão. Quase todos ergueram os braços. Depois de ovacionado, o pároco tomou coragem e foi falar com o bispo. “Disse a ele que o povo queria que eu ficasse na igreja mesmo casado. O bispo respondeu que o Vaticano não deixaria”, diz Motta. “Era mais um motivo para eu sair, porque o Vaticano estava distante do povo.”

O episódio, que movimentou a pequena cidade de Iguatu, no Ceará, aconteceu em 1972. Dois anos depois, Motta se casou com Laura, ex-secretária em um curso em que ele dava aulas de Teologia. Ele hoje tem três filhos e quatro netos. A Igreja Católica não mudou em nada a postura de proibir que seus padres se casem. Mas não pode impedi-los de largar a batina. A organização Rumos, que reúne os sacerdotes que largaram a Igreja, estima haver 8 mil padres que se casaram no Brasil. No mundo, eles seriam 150 mil. É um número expressivo. Pelos dados do Vaticano, há 400 mil padres em atividade.

No Brasil, o grupo é unido e organizado. Tem até um jornal próprio, que circula mensalmente. A cada dois anos, ocorre o Encontro Nacional das Famílias dos Padres Casados. A 17ª edição foi no Recife, entre os dias 10 e 13 de janeiro. Na reunião, eles trocam experiências, orientam os recém-casados e divulgam um manifesto pedindo o fim do celibato. O Vaticano, mais uma vez, vai ignorar o documento, como fez com os outros 16 já enviados pelo grupo. “O Vaticano é irredutível, mas a forma como o sacerdócio está regulamentado é ultrapassada, e há necessidade de uma diversificação”, diz Armando Holyzewski, presidente da associação Rumos. Ele foi padre durante 11 anos. Saiu da Igreja para se casar.

A saída do ministério costuma ser dramática para quase todo pároco. Depois dos nove anos de seminário e de outros tantos exercendo o sacerdócio, quem renuncia à vida na paróquia abandona bem mais que uma escolha ou vocação. “Deixar a batina não é como trocar de emprego, sair de um banco e ir para o outro. É deixar para trás uma opção de vida, os votos feitos, o comprometimento assumido”, diz o psicanalista João Batista Ferreira. “É uma escolha difícil, e vários padres passam a vida se perguntando se o caminho escolhido é o certo.” Ele fala com conhecimento de causa. Ex-padre, deixou a Igreja e hoje tem entre seus pacientes párocos na mesma situação. Para muitos, o ideal seria conciliar o sacerdócio com a vida conjugal.

O movimento dos padres casados não reivindica o fim do celibato, mas o de sua obrigatoriedade. Para Holyzewski, o celibato deveria ser opcional. “A Igreja não tem o direito de impedir o homem de se reproduzir.” O celibato tornou-se obrigatório na Igreja no século XVI, no Concílio de Trento. Reitor da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro e doutor em Direito Canônico, Jesus Hortal diz que o celibato segue o ensinamento de Cristo, que o teria defendido para dar mais liberdade à pregação. “Jesus exortou os pregadores a permanecerem céleres como ele, a seguir seu exemplo para ter disponibilidade completa para a pregação.” Hortal afirma que os padres precisam de dedicação exclusiva e não podem perder tempo com questões familiares quando têm assuntos da Igreja a tratar. “É uma medida disciplinar e uma questão de prudência.”

Em outras religiões não é assim. Há até preferência por sacerdotes casados. Pastor da Igreja Batista, Clemir Fernandes diz que perdeu uma vaga na congregação por ser solteiro. “O trabalho pastoral envolve aconselhamento familiar. Como alguém que não constituiu família pode falar sobre casamento?” Casado há 18 anos e pai de três filhos, o rabino Nilton Bonder diz que o judaísmo estimula o casamento pelo mesmo motivo. “Esse tipo de disciplina vai contra a natureza humana. O rabino tem de casar, trabalhar, conhecer a vida em seus meandros”, diz. Hortal afirma que esses argumentos não são válidos. “Um médico precisa já ter sofrido a mesma doença para poder tratar o paciente?”

Os padres casados costumam citar o exemplo da turma de 1958 do seminário de Mariana, Minas Gerais, para mostrar s como o casamento de sacerdotes afeta o catolicismo. Dos 29 formandos daquele ano, sete morreram, oito se casaram e 14 continuam na Igreja.

O padre que decide deixar a Igreja é obrigado, pelo Vaticano, a assinar uma carta de desligamento, na qual assume que não tem vocação para o ministério. Depois, o Vaticano o rebaixa ao “estado de leigo”: os padres ficam proibidos de pregar, dirigir paróquias e não podem se casar na Igreja – o que parece ser uma última penitência. “Claro que eu preferia ter casado no religioso, mas a Igreja nos ensina que Deus não está preso aos sacramentos”, diz o ex-padre Wilde Ricardo, de 41 anos, que deixou a igreja que comandava em Niterói, no Rio de Janeiro, em 2001. Wilde se casou um ano depois com uma ex-freqüentadora da paróquia. Hoje eles têm um filho de 6 meses, e Wilde dá aula de Teologia e Filosofia num curso da cidade. “Estou feliz, mas ficaria mais realizado se pudesse continuar na Igreja. As duas coisas não se excluem.”

Uma vez do lado de fora, os padres têm de se recolocar no mercado de trabalho com um diploma que lhes permite dar aulas de Teologia ou Filosofia. Os que se casam iniciam um novo estilo de vida, mas rejeitam o termo “ex-padre”. “Um médico que não exerce a medicina continua sendo médico, um advogado também. O padre é um padre pelo sacramento que recebeu. Não somos ex-padres, somos padres que se casaram. Continuamos com nossa fé”, afirma Holyzewski. Para ele, começar um relacionamento conjugal foi difícil. “Ela via em mim a figura do padre. Era viúva, não pensava em se casar, muito menos comigo.” Holyzewski diz que a adaptação ao casamento é demorada. “O padre se acostuma a ser o chefe, muitos têm um viés autoritário e acham que a mulher tem de se comportar como sua coroinha.”

Os casos de pedofilia que envolvem padres, no mundo inteiro, suscitam um debate sobre até que ponto a repressão sexual influi na deturpação da libido. “A pedofilia na Igreja é conseqüência direta do celibato”, afirmou Arnaldo Jabor, ex-seminarista, num artigo publicado no jornal O Globo. “A sexualidade, força máxima da vida, uma vez esmagada, vira uma máquina de perversões.” Hortal rebate. “Isso é uma estupidez sem tamanho. A pedofilia não se dá exclusivamente entre pessoas céleres, dá-se também entre os casados. Aliás, a imensa maioria dos pedófilos é casada”, diz.

Doutor em Teologia pela Universidade Gregoriana de Roma, Paulo Fernando Carneiro de Andrade afirma que o celibato pode ser revisto porque não é um dogma da Igreja, mas uma disciplina eclesiástica. Segundo ele, em dois episódios, padres casados puderam entrar para a Igreja Católica. Os papas Pio XII e João Paulo II ordenaram pastores anglicanos casados que se converteram ao catolicismo e viraram padres. Nas contas dos casados, nada menos que 39 papas tiveram mulheres. O celibato, diz Andrade, vale apenas para a igreja latina, que segue a doutrina romana. Na Ucrânia e no Líbano, padres católicos podem ser casados, porque a Igreja Católica do Oriente permite.

Foi inconformado com o celibato que o padre Mauro Queiroz, hoje com 75 anos, deixou a Igreja. Ele se casou em 1974 e hoje tem três filhos. “Não me arrependo. O futuro de um padre é muito triste. Ele não tem família, não tem quem cuide dele na velhice. Morre sozinho, agarrado a uma causa em que a maioria não acredita mais.”

Fonte: Revista Época.

23 de jan. de 2008

Hip-Hop De Responsa...

O blog é sempre motivo de críticas de diversas vertentes. Há críticas que não valem nem a atenção. Outras não passam de pedras arremessadas por fariseus. São violentas, frias... e estranhamente quase ridículas. Outros partem para um lado pessoal como se tivesse atingido em cheio seu ponto fraco. Alguns entendem que não sou "cristão", acham que sou um "mundano"... Bom, são pessoas que nem me conhecem! Deus as abençoe!
Mas, tem um mano que conheço maior tempão que me critica sempre que possível. Não vou negar que respeito muito seu ponto de vista e suas idéias. E com certeza são motivo de reflexão pra mim. Mas, quero agradece-lo pela postura serena, respeitável e amorosa com que me aborda sempre que discorda dos meus posts (se bem que até agora não concordou com nada - rss). Estou acostumado a receber represárias e acusações por aqui na rede. Sempre irmãos raivosos e detentores da última verdade absoluta. Ma, não esse mano... O conheço e sei do tipo de cristão que ele é. Um cara radical no serviço de Cristo. Um GF (Guerreiro do Futuro como diz o Pregador Luo) que conduz uma vida de exemplo de fé, sabedoria, temor de Deus e amor aos perdidos. Ele já era um exemplo pra mim quando eu era um molequezinho radicalzinho por Deus lá na igreja de Itapaci-Go. Quando ele chegava de Brasília trazia consigo para nosso grupo de jovens uma motivação e um compromisso sem igual na obra de Deus. A galera sempre o admirou (e admira). Tem muitos frutos dele lá naquela cidadezinha. Hoje ele me enviou seu mais novo projeto engajado no serviço de Cristo e não posso deixar de divulgar esse ótimo trabalho.
Quem quiser conferir ( e vale a pena) dois raps (Firma do Crime e Aonde está você) de muita responsa, as músicas estão disponíveis no podcast do blog. O grupo chama-se Primeira Carta. Seque a explicação do mano sobre o grupo:
O nome do grupo é Primeira Carta, baseado em II Coríntios 3:2 "Vós sois a nossa carta, escrita em nosso coração, conhecida e lida por todos os homens,"
Nós somos a carta de Deus, nosso testemunho vale mais do que qualquer coisa...
Então quero pedir que vc esteja orando por minha vida e pela vida do ministério Primeira Carta, pois nosso objetivo é resgastar vidas para a glória de Deus.
Pode contar tb com o nosso grupo para eventos, evangelismo e qualquer coisa que envolva a obra de Deus.
Se vcs puderem envie essas músicas para os contatos de vcs.
Obrigado, Beto,ou tb, Servo(este é meu apelido agora tb).

Bíblia examinda

Vocês estudam as Escrituras, porque crêem que elas dão a vida eterna. E as Escrituras conduzem a mim! Mesmo assim vocês não querem vir a mim para que Eu lhes dê esta vida eterna!João 5;39-40 Bíblia Viva

22 de jan. de 2008

Meu amigo é mentiroso...

Sou intrigado com a nossa pertinente tentativa de classificar pecados. Pecadinhos e pecadões! Quantas vezes não ouvimos alguém dizer: ... ao menos não mato e não roubo! Ora, o que é isso? Uma justificativa? Um salvo-conduto? Uma tentativa de eufemisar a culpa no cartório? Um jeitinho brasileiro de dizer que não se é "pecador"?
É muito difícil entender o amor de Deus. Mas ele ama, sim, até mesmo aquelas pessoas que pecam de um jeito diferente do nosso! A Igreja Católica Apostólica Romana classifica os pecados como Mortais e Veniais, sendo estes aquela mentirinha básica, aquele jeitinho de sonegar um impostozinho, aquela masturbaçãozinha pensando na vizinha, aquela aspereza com a esposa, aquela espiadinha nas bundas das gatinhas do BBB, aquele acessozinho ao sitezinho de sacanagem, aquele beijo descompromissado que se distribui por ai - acho que chamam de ficar, certo? -, aquela acepçãozinha que a gente faz dos mais sujinhos e mal vestidos em nossas igrejas, e etc... etc... etc... E tudo o que podemos colocar um "zinho" no final! São pecadozinhos que para a Igreja Católica não são dignos de nos remeter diretamente ao Inferno, sendo que, são passíveis de remissão ainda no Purgatório. Enquanto que se você matar, estuprar, roubar, adulterar, prostituir... e, imagine só, ser homossexual, você está fadado indiscutivelmente ao Inferno. Salvo, se você se arrepender antes da morte, claro!
Jesus não fazia distinção alguma de pecados. Quando leio as narrativas do Evangelho posso notar, até mesmo, uma despreocupação, negligencia com o nome do pecado em si, com a classificação dos erros. Jesus desaprovava - e desaprova - o Pecado, contudo, não distinguia os pecadores por níveis de pecado. A prostituta não era mais pecadora que o fariseu hipócrita ( e olha que com esses que achavam o contrário, Jesus foi muito mais duro em palavras. Talvez para nivelar as duas classes de pessoas como pecadora e ponto final). Fomos nós quem introduzimos essa hierarquia do pecado, tenho a impressão, para justificarmos a nós mesmos ( as vezes esquecemos que quem nos justifica é Jesus, sei lá). Dessa maneira a igreja acabou por confundir o pecado com o pecador, trantando o pecador com a repuldia do pecado, não com o amor ao pecador em detrimento de seus erros e faltas. Essa era a postura de Jesus. Ele sabia muito bem separar as coisas. Pecado é pecado; pecador é pecador! Pecado, repuldia-se; Pecador, ama-se! Quantas vezes será necessário martelarmos isso para que o Corpo entenda que devemos amar os pecadores, até porque ainda não estamos totalmente livres de pecar como alguns acham que estão.
A violência contra os homossexuais, contra as prostitutas, os drogados, os ladrões e etc, é fruto dessa nossa confusão e tolice a respeito do pecado/pecador. Se, hoje, estes grupos se desdobram para comover a sociedade de que devem ser aceitos com campanhas e discursos é porque falhamos em recebê-los como pessoas que precisavam de acolhimento, de Graça, para então mostrar-lhes que podem se arrepender. Mas, não! Queremos que eles se convertam primeiro para depois, então, adentrarem nossas igrejas. De onde tomamos esse exemplo? Jesus primeiro salvava, primeiro curava, primeiro acolhia, primeiro amava e no final: "Vai e não peques mais". Assim, os enfermos e pecadores eram confrontados pela Graça e Amor que lhes era oferecido e levados ao arrependimento de suas condutas, obras más e caminhos tortuosos.
Como cristão sou indiscutivelmente contrário à prática homossexual. Mas, não sou contra o homossexual. E tenho que aprender a distinguir isso.
Ninguém se aparta de um amigo quando descobre que ele é mentiroso. E isso é um pecado! Tecnicamente ele está mais pra filho do Diabo do que pra filho de Deus. E ninguém o discrimina...
Agora se o amigo é homossexual a história muda. E deveria mudar?

Homossexualismo é pecado...

...assim como o sexo antes do casamento, a masturbação e tantas outras práticas aceitas como naturais e bem-vindas pela maioria das pessoas no mundo ocidental hoje. Moças de família do século XX e XXI praticam essas coisas. Mas nós, cristãos bíblicos, cremos que são pecado.

Pois é, nós cristãos somos assim mesmo. Impopulares. Retrógrados. Com nossa postura, atravancamos o progresso de tantas causas que parecem boas e justas aos olhos dos homens. Mas não vamos pedir desculpas ao mundo por isso. Temos uma regra de vida e prática, expressa na Bíblia Sagrada, e não abriremos mão dela.

O que não significa odiar gays, insultar gays, espancar gays, matar gays. Assim como não odiamos, não insultamos, não espancamos nem matamos a grande maioria que faz sexo antes do casamento e se masturba. Apenas nos posicionamos quando pregamos ou alguém nos pergunta sobre o assunto. Nem por isso essa maioria se sente especialmente atingida pelo que cremos. Eles não estão nem aí. E, acreditem, temos grande afeto por muitas pessoas assim e convivemos com elas. Sem feri-las, mesmo quando procuramos partilhar nossa fé. Se elas se sentem atingidas, a gente resolve a coisa como deve ser: de um modo pessoal, na base da conversa.

Os ativistas, porém, do lobby gay, querem institucionalizar a aceitação, engarrafar as boas relações, automatizar o carinho, mecanizar a simpatia. E usam o Direito para isso: a coação, a sanção.

Será isso certo? Pensem bem. É bom esse tipo de aceitação, conquistada na marra, na força da lei? Com o atentado à liberdade de expressão, que é prerrogativa de todos os totalitarismos?

Quanto a nós, queremos ter a liberdade de continuar pregando e dizendo a nossos amigos e conhecidos: homossexualismo é pecado, assim como o sexo antes do casamento e a masturbação. Quem quiser, que nos ouça e se converta. Quem não quiser pode nos dar as costas, sair de nossas igrejas, escrever artigos contra. Não nos importamos. Mas que não queiram calar nossa voz. Não são palavras de violência, mas de amor.

Que Deus abençoe os líderes deste país para um pouco mais de sã racionalidade - e, por que não dizer, da verdadeira democracia.

Meu amigo Julio Severo chama a atenção para a Jornada Nacional Evangélica em Defesa da Vida e da Família, lançada no Congresso em 18 de setembro deste ano, com a participação de lideranças evangélicas. O evento discutiu infanticídio, aborto, homossexualismo, pedofilia, além de mencionar os perseguidos - mesmo antes da aprovação do projeto de lei sobre a homofobia! - que desagradam os lobistas: Márcia Suzuki, Olavo de Carvalho, Pr. Ademir Kreutzfeld, Cardeal Dom Eugênio Sales, Dep. Henrique Afonso, Pe. Luiz Carlos Lodi da Cruz, Dr. Humberto L. Vieira, Dra. Rozangela Justino, Silas Malafaia e Julio Severo. Imaginem como não será a perseguição aos cristãos quando a lei for aprovada! Precisamos nos mobilizar o quanto antes.


Veja o pecado do homossexualismo conforme a Bíblia:

Gênesis 1:27 – "Criou Deus, pois, o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou."

Marcos 10:6 – Palavras de Jesus – "...porém, desde o princípio da criação, Deus os fez homem e mulher ."

Levítico 18:22 – "Com homem não te deitarás, como se fosse mulher: é abominação."

1 Coríntios 6:9 – "Ou não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas... herdarão o reino de Deus."

Romanos 1:18-32 – "...por causa disso os entregou Deus a paixões infames... os homens também, deixando o contato natural da mulher , se inflamaram mutuamente em sua sensualidade, cometendo torpeza, homens com homens, e recebendo em si mesmos a merecida punição do seu erro."

Norma Braga

21 de jan. de 2008

Mulheres sem Deus...

O sexo está aí! Queiramos ou não, ele está aí! Ele apela! Ele grita! Ele aparece... Na TV, na Internet, na rua, nos Outdoors, nas propagandas, nas "rodinhas" de amigos(as), em casa, no colégio, na faculdade... na nossa mente!
Nós, homens, que prezamos pela santidade, sofremos com a pornografia deliberada e inescrupulosa que está à solta. Não basta não procura-la. Ela está atrás de nós. Ela nos persegue como um predador faminto, sem misericórdia, sem afeto...
O sexo te chama no ônibus, ele te cerca no trabalho... A pornografia, o sensualismo, a luxúria aparece nos filmes, nas novelas, nos seriados, nos quadrinhos... algo está muito errado por aqui!
Infelizmente, através da moda, o forte apelo do "sexy fashion" está nas igrejas. Já evitei de ir a algumas igrejas, porque me era um martírio estar num local onde o mais conveniente era fechar os olhos. Desviar o olhar. Abaixar a cabeça.
E não era porque a igreja tinha uma grande demanda de mulheres "mundanas" não. Eram "servas" de Deus. Assim penso, porque com o que quase mostram estão mais para servas do deus da luxúria.
Quantas reuniões de adoração já participei onde os ajudantes tinham que ficar correndo de um lado para o outro com uma toalhinha para esconder as intimidades de adoradoras extravagantes que se jogavam ao chão com mini saias e decotes, pouco preocupadas com pudor.
Recentemente comentei com minha namorada durante uma missa sobre o fato de as mulheres, até mesmo casadas, estarem tão pouco vestidas. Fiquei matutando: o coitado do cara vem pra igreja pra ver se tenta ficar menos safado e acaba defrontando-se com pernas, coxas, peitos, decotes, marcas de calcinha, barriguinhas, batas (ou camisolas), mini saias, calças que delineam perfeitamente o corpo de belas donzelas. Assim penso que não dá!
Não basta simplesmente não buscar pornografia. Temos que fugir dela. Não basta sairmos do "mundo" e entrarmos na "igreja", elas também estão lá. Elas, mulheres piedosas sem Deus! Que aderiram ao apelo da pós-modernidade. Apelo fortemente sensual. O mercado do prazer, do sexo. Onde a mais sexy e a mais gostosa prevalece. Elas estão em nossas igrejas, na faculdade, no colégio, na rua... estão na nossa cabeça! Se parecem com mulheres de verdade, mas são menos que isso. São "peitos" e "bundas" que tem a capacidade de andar.
Em tempos como estes devemos preservar a pureza e a santidade. Ainda há mulheres que sabem o que é isso - Tenho certeza. Eu encontrei a minha! É, portanto, uma questão de conscientização em massa que começa no seio da sociedade, a família. A mídia está fazendo o trabalho dela. Está incucando em nossas pequenas meninas uma sexualidade pervertida, informe, precoce e sem propósitos. As igrejas ao invés de remar contra a maré, não estão muito preocupadas com esta questão - ao menos é o que parece. Não estou propondo aqui um tipo de postura legalista onde as mulheres são privadas de sua vaidade, proibindo calças, corte de cabelo, maquiagem, enfeites e etc. Estou propondo que como pais, mães, líderes, pessoas em foco, façamos um trabalho que aborte o discurso sexual das mídias de massa, a Globo(lização), a banalização da pornografia, e ensinemos nossas meninas (e meninos) o real valor do corpo como templo do Espírito Santo. Ensinemos no - não "o" - Caminho em que elas devem andar para que quando cresçam e se tornem lindas mulheres, possam valorizar e jamais vender o belo corpo que possuem. Jamais vender a imagem sexual de seus corpos. Mas, antes, guarda-los como sacrificio de louvor a Deus. E com toda pureza e dignidade entregarem-se ao homem que as amam de verdade. Nós, homens, já possuímos muita imaginação a serviço da nossa libido, e a luta em nossas mentes e corações contra os pensamentos impuros é uma constante. Precisamos de mulheres, servas de Deus, que contribuam com o seu respeito, sua moderação no vestir e sua pureza e santidade para com o próximo.
O desabafo a seguir foi extraído do SEXXXCHURCH.com, um trabalho que entendeu a necessidade de lutarmos contra essa onda da pornografia, do sexo banalizado e do mercado da prostituição que financia toda essa merda.

Tenho 34 anos e estou solteiro. Até os meus 26 anos, eu vergonhosamente cedi à luxúria enquanto eu visivelmente desfilava, me mostrando como um forte homem cristão. Mas hoje, por causa do sangue de Jesus e do profundo arrependimento, eu posso dizer que eu não sou mais aquele homem. E o trabalho da graça de Deus não só tem me ensinado a negar o pecado dos pensamentos cobiçosos, mas a ir um passo adiante e verdadeiramente procurar honrar vocês como irmãs em meus pensamentos.

Eu desejava poder escrever para vocês e dizer que eu sou capaz de entrar na igreja sem medo de encontrar a tentação da luxúria; mas eu não posso. Na verdade, pra ser honesto, nos últimos oito anos eu até tinha decidido não ir à igreja mais do que em uma ocasião, porque eu sabia que eu era muito fraco pra enfrentar algumas das mulheres lá.

Enquanto eu digito, eu ainda posso lembrar as poucas vezes em que eu realmente tive que me virar e ficar de joelhos durante alguns dos serviços de adoração porque eu não queria ser mais cativado pelas garotas do grupo de adoração do que por Deus. Também houve várias outras vezes em que eu tive que intencionalmente olhar para o chão enquanto eu andava pelos corredores, para evitar a mesma coisa. Eu não desejava colocar a feiúra do meu passado para trás, então eu não alcançaria tal longitude. Mas honrar vocês e meu Deus agora significa mais pra mim do que minha própria indulgência.

Então, eu espero que o que eu estou pra compartilhar irá ajudar aquelas de vocês que se vestem sem a mínima consideração por essas coisas.

Vocês são bonitas; sim. Isso tudo eu posso ver sem vocês fazerem nada para me convencer. Mas por favor, não me seduza para que eu note você. Não é suficiente Deus ter favorecido vocês com a beleza que vocês possuem? E que Ele te fez um presente para o seu atual ou futuro marido? Por favor, me ajude a me alegrar com ele em vez de me tentar a roubar você dele.

Eu entendo que o mundo da moda está se tornando cada vez mais chamativo, e isso faz com que seja cada vez mais difícil achar roupas bonitas que sejam decentes. Mas vocês pensam em minha fraqueza enquanto vocês se olham no espelho do provador? Se vocês apenas soubessem com que freqüência às vestimentas indecentes que vocês usam fala comigo, talvez vocês vissem a si mesmas diferentemente.

“Mas você é responsável pelos seus pensamentos, não eu”, você deve pensar. E sim, você está certa. Eu devo ficar perante Deus e prestar contas de todos eles um dia. E você era uma mulher do mundo que eu não mediria esforços para fazer meu apelo. Mas você usa o Nome de Cristo que nem eu. E você me chama de irmão.

Meu desejo é honrar vocês; ainda que haja vezes que vocês se vistam como se não quisessem que eu as honrasse. Eu imploro a você: por favor, considere essas coisas. Eu falei aberta e honestamente. Mas eu me esforcei para fazer isso em amor, e não como crítica.

Com sincero amor,
Seu irmão em Cristo

Encontrei esse vídeo super radical no YouTube sobre Mulheres sem Deus, vale a pena ver e repassar... principalmente para as mulheres! É um outro trabalho muito interessante que contraria a cultura do sexo chamado Teologia do Corpo.